VER PARA CRER

images (3) images (2) images (1) imagesdownloadVai acontecer com a doença ebola .

igual esta acontecendo com a a água .

Ninguém acredita , ater que aconteça .

O ser humano não  acredita

no fim da aguá ,fim do alimento ,fim da energia  .Enfim no fim do mundo

Dia 14 e 15 o sol estava vermelho como sangue ,entendi isto como um alerta

mas cada um entende como quer .

La bem no passado meu querido pai dizia ,vai chegar um tempo

em que vamos ter muito dinheiro mas não vamos ter o que comprar.

A vera  pouco produtor e muita gente para se alimentar .SÓ UMA COISA A FAZER ACREDITAR EM DEUS .E RESPEITAR A NATUREZA .

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Vírus ebola continua a devastar os países da África Ocidental

 

Vírus ebola já matou 2.100 pessoas em quatro países desde o início do ano - mais da metade deles na Libéria (Dominique Faget/AFP Photo)
Vírus ebola já matou 2.100 pessoas em quatro países desde o início do ano – mais da metade deles na Libéria

Monróvia – Impotência na Libéria, alívio relativo no Senegal: os países africanos atingidos pela epidemia de ebola tentam desesperadamente frear o avanço incontrolável do vírus.

“Estamos aterrorizados. Os doentes chegam em grande número”, declarou nesta quarta-feira (10/9) Sophie Jan, uma porta-voz da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Libéria.

No centro anti-ebola de Monróvia, os doentes continuam a chegar sem cessar, enquanto a Libéria é atualmente o país mais atingido pela epidemia.

Na terça-feira, o ministro da Defesa da Libéria, Brownie Samukai, declarou em discurso nas Nações Unidas que seu país “enfrenta uma séria ameaça a sua existência nacional”. A doença agora “está se propagando como um incêndio fora de controle, devorando tudo em seu caminho”, afirmou em tom de desespero.

A fim de coordenar sua ajuda aos países africanos atingidos pela epidemia, a Comissão Europeia organizará na segunda-feira (8/9) uma reunião com especialistas e ministros. A Comissão anunciou na semana passada o desbloqueio de 140 milhões de euros para reforçar os serviços de saúde nos países afetados.

O surto, o pior desde a identificação desta febre hemorrágica em 1976, fez 2.296 mortos de um total de 4.293 casos registrados. Destes, 1.224 mortes foram na Libéria, de acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) até 6 de setembro.

Quatro países do oeste africano lutam contra o vírus: Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria. Em Serra Leoa, onde cerca de 500 pessoas morreram, espera-se um aumento do número de vítimas por ocasião de uma operação particularmente radical. As autoridades anunciaram um confinamento a domicílio de seis milhões de pessoas a partir de 19 de setembro por 72 horas.

“Nós prevemos um aumento de 5 a 20% do número de caso durante esta tentativa de romper o canal de transmissão”, explicou Steven Ngaoja, que dirige o centro governamental anti-ebola.

A epidemia também devasta a economia. A taxa de crescimento de Serra Leoa deverá passar de 11,3% a 7%. O Banco Mundial também prevê um recuo da economia da Guiné, cujo crescimento deve passar de 4,5% a 3,5%. Para o alívio das autoridades locais, o Senegal anunciou a cura do único caso confirmado de ebola no país, um estudante guineense que foi tratado em um hospital da capital senegalesa.

O Senegal, depois de vários alarmes falsos, tornou-se o quinto país no final de agosto afetado pela epidemia, com a descoberta do caso do estudante que entrou no país pouco antes do fechamento das fronteiras com Guiné em 21 de agosto.

Medo da morte

Em Monróvia, a situação continua dramática nesta quarta-feira (10/9), confirmando que o vírus encontra terreno particularmente fértil em países com infra-estrutura de saúde debilitada.

Um paciente que mal se mantinha em pé teve seu acesso negado a um centro de tratamento, já superlotado de doentes. “Eu vim para cuidar de mim, mas eles me disseram que não há mais espaço. Tenho dores de cabeça e febre. Vou para casa”, disse à AFP, sob o olhar dos curiosos.

Perto dali, uma mulher suplica: “Senhor, ajude-nos a não acabar como este homem e dê força a ele para que possa chegar a sua casa”.

Muitos na capital pedem o reforço das medidas preventivas. Essas chamadas têm aumentado desde o anúncio na segunda-feira (8/9) pela OMS de que “vários milhares de novos casos de ebola na Libéria são esperados nas próximas três semanas.”

“Emmanuel, não saia de casa hoje. Não deixa ninguém entrar”, pede a seu filho mais velho Kluboh Johnson, uma mulher de 45 anos de idade prestes a ir para o trabalho. “Eu estou com medo. Não sei o que fazer. Será que vamos morrer?”, pergunta.

A organização das Nações Unidas reconheceu na terça-feira (9/9) que seria impraticável impedir a propagação do vírus em áreas onde ela “aumenta exponencialmente”, como em Monrovia, e que é uma prioridade em primeira instância “reduzir a transmissão”.

A fundação Bill e Melinda Gates anunciou nesta quarta-feira (10/9) a doação de 50 milhões de dólares “para acelerar as operações de emergência”.

Além disso, preocupados com o risco de contaminação, alguns pilotos da Air France, após comissários de bordo, se recusam a realizar voos em direção a países atingidos pela doença.

O LENHADOR

Sou filha de um lenhador

homem bravo ,chamado por senhor

de mãos calejadas pelo cabo do machado

usado para sua lenha corta.

Tirando o seu sustento do mato,

como um lavrador . Este homem de pele enrugada,

cansada pelo tempo, mas com o coração, regado pela esperança

de um dia melhor .vivia comendo carne de cassa .frutas ,verduras

da terra que    ele plantou .sou filha da natureza cultivada por um lavrador .

lavrador este meu querido pai que um dia deus levou .

Coruja-buraqueira


Família: Strigidae
Gênero:
Speotyto
Espécie: cunicularia
Nome em Inglês: Burrowing Owl
Ovos: de 7 a 9
Incubação: 28 a 30 dias
Habitat: Desde o Canadá até a Tierra del Fuego no extremo sul da América do Sul. Vivem nos campos e cerrados de todo o Brasil.
Hábitos Alimentares: Alimenta-se de pequenos roedores, répteis, anfíbios, pequenos insetos, pequenos pássaros como pardais, escorpiões, etc..
Tamanho: 21.6 a 27.9cm

Peso: 170.1 g

Envergadura: 50.8 a 61.0 cm

Sinônimo Recente: Athene cunicularia

Ninho  da Coruja-buraqueiraA coruja-buraqueira possui este nome pois vive em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar sua própria cova, vivem nos buracos abandonados de tatus, cachorro de pradaria e tocas de outros animais. De porte pequeno, a Coruja-buraqueira possui uma cabeça redonda, tem sobrancelhas brancas, olhos amarelos, e pernas longas. Ao contrário a maioria das corujas o macho é ligeiramente maior que a fêmea e as fêmeas são normalmente mais escuras que os machos. É uma ave tímida, por isso, vive em lugares sossegados. Durante o dia ela cochila em seu ninho ou toma sol nos galhos de árvores. Possui uma visão 100 vezes mais penetrante que a visão humana e uma ótima audição. Tem vôo suave e silencioso.

PPara enxergar alguma coisa ao seu lado ela tem que virar a cabeça, pois seus grandes olhos estão dispostos lado a lado, num mesmo plano. Por alimentar-se de insetos, é muito útil ao homem, beneficiando-o na agricultura. Come pequenos roedores (ratos), insetos e cobras. A coruja buraqueira anda sem destino enquanto caça, e depois de pegar sua presa vai para um puleiro, como uma cerca ou pousa no próprio solo. São aves principalmente crepusculares (ativo ao entardecer e amanhecer), mas caçará, se preciso, ao longo de 24 horas.

Filhotes - Foto.Roneijober AlvesA reprodução da coruja-buraqueira começa entre março ou abril. Ela faz seu ninho em buracos no solo, aproveitando antigas tocas de tatu ou de outros animais. O casal se revezando, alarga o buraco, cava uma galeria horizontal usando os pés e o bico e por fim forra a cavidade do ninho com capim seco. As covas possuem, em torno de 1,5 a 3 m de profundidade e 30 a 90 cm de largura. Ao redor acumula estrume e se alimenta dos insetos atraídos pelo cheiro. Botam, em média de 6 a 11 ovos; o número mais comum é de 7 a 9 ovos. A Incubação dura de 28 a 30 dias e é executada somente pela fêmea. Enquanto a fêmea bota os ovos, o macho providencia a alimentação e a proteção para os futuros filhotes. Os cuidados da cria, enquanto ainda estão no ninho são tarefa do macho. Quando os filhotes estão com 14 dias podem ser vistos empoleirando a entrada da cova, esperando pelos adultos e pela comida. Os filhotes saem do ninho com aproximadamente 44 dias e começam a caçar insetos quando estão com 49 a 56 dias.

Desigualdade Social

A desigualdade social, chamada muitas vezes de desigualdade econômica, é um problema social presente em todos os países do mundo, decorrente da má distribuição de renda e, ademais, pela falta de investimento na área social. A desigualdade social ocorre em sua maioria, nos países chamados subdesenvolvidos ou não desenvolvidos, mediante falta de uma educação de qualidade , de melhoresoportunidades no mercado de trabalho, e também da dificuldade de acesso aos bens culturais, históricos pela maior parte da população. Em outras palavras, a maioria fica a mercê de uma minoria que detém os recursos gerando as desigualdades.

Estudos afirmam que a desigualdade social surgiu com o capitalismo, ou seja, o sistema econômico que passa a perpetrar a ideia de acumulação de capital e de propriedade privada; ao mesmo tempo que incita o principio da maior competição e o nível das pessoas baseados no capital e no consumo.

Desigualdade Social

Desigualdade Social no Brasil

Mesmo que o país nos últimos anos tenha apresentado uma diminuição da pobreza, o nível de desigualdade social no Brasil ainda é muito notório.

Desigualdade Social no Mundo

Por ser um problema que atinge todos os lugares, a desigualdade social existe nos diferentes continentes, países, regiões, estados e cidades. Entretanto, há lugares em que os problemas são mais evidentes como, por exemplo, nos países africanos, os quais estão entre os mais desiguais do mundo.

Causas da Desigualdade Social

  • Má distribuição de renda
  • Má administração dos recursos
  • Lógica do mercado capitalista (consumo, mais-valia)
  • Falta de investimento nas áreas sociais, culturais, saúde e educação
  • Falta de oportunidades de trabalho
  • Corrupção

Consequências da Desigualdade Social

  • Pobreza, miséria e favelização
  • Fome, desnutrição e mortalidade infantil,
  • Aumento das taxas de desemprego
  • Diferentes classes sociais
  • Marginalização de parte da sociedade
  • Atraso no progresso da economia do país
  • Aumento dos índices de violência e criminalidade

Tipos de Desigualdades

  • Desigualdade econômica: desigualdade entre a distribuição de renda.
  • Desigualdade racial: desigualdade entre as raças: negro, branco, amarelo, pardo
  • Desigualdade regional: desigualdade entre regiões, cidades e estados.
  • Desigualdade de Gênero: desigualdade entre os sexos (homens e mulheres)

Curiosidades

  • Segundo a ONU, o Brasil é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.
  • O “Coeficiente de Gini” é uma medida utilizada para mensurar o nível de desigualdade dos países segundo renda, pobreza e educação.
  • Na União Européia, o país que apresenta maior desigualdade social é Portugal.
  • Os países com menor desigualdade social são: Noruega, Japão e Suécia.
  • Os países que apresentam maiores desigualdades sociais são do continente africano: Namíbia, Lesoto e Serra Leoa.

Veja também

Cupins de Montículo

Campo com muitos cupinzeiros

Comportamento dos Cupins

As colônias de cupins podem ser completamente subterrâneas, parcialmente subterrâneas se elevando acima do solo (como os da foto ao lado), no interior de madeira morta ou no alto de árvores vivas, dependendo da espécie.

Cupins Arborícolas

Os cupins arborícolas são comuns no Brasil. São da espécie Nasutitermes.
Normalmente vivem perto de matas, cerrados e caatingas.

Cupins arborícolas  se alimentam da madeira das árvores em que vivem, fazendo caminhos  parecidos com os caminhos dos cupins do barro.

As vezes esses cupins infestam casas de madeira, e fazem um bom estrago, atacando vigas internas dos telhados e sótãos. Seus caminhos podem ser vistos pelas paredes e enfraquecem  madeira.

O controle destes cupins começa com a identificação dos ninhos e a sua retirada. As vezes os ninhos nem estão na casa, podendo estar em alguma árvore próxima. Uma barreira química também pode ser feita.

Cupins de Montículo

Vivem em ambientes como as florestas tropicais úmidas, o cerrado e as savanas, da Costa Rica até as regiões centrais, e no sul do Brasil, Argentina e Paraguai.

Esses montinhos (como os da foto acima) são cupinzeiros. Quando são muitos desvalorizam uma fazenda pelo fato de dificultarem o uso de máquinas agrícolas.
Podem parecer com cogumelos, cilindros, cachos, ou outras formas, porque várias são as espécies de cupins que os constróem.

Aestrutura interna é comum a todos os cupinzeiros: uma câmara central serve de aposentos reais, outra é o depósito de comidas, uma terceira abriga as larvas, ligadas por corredores. Para se protejer das temperaturas altas e baixas o termiteiro é absolutamente hermético.
Assim, se uma coluna de operários deixa o ninho à noite para buscar alimentos, a porta usada para a saída é fechada assim que eles voltam.

Um sistema de horta em equilíbrio

Um sistema em equilíbrio não é muito afetado quando acontece uma incidência de insetos ou doenças, pois oferece maior resistência. Para pragas e doenças usaremos os chamados remédios verdes, que são sucos e chás feitos de plantas para combaterem doenças e insetos. Também poderemos usar junto da horta plantas repelentes para somente afugentá-los. Sempre lembrar que praga é apenas quando o volume de insetos nas plantas foge ao nosso controle de catação e eliminação por produtos caseiros.

Galinha na horta

Também na natureza existe um sistema de equilíbrio, feito pelos predadores. Os insetos que comem nossas plantas são presas de outros insetos e também de pássaros que deles se alimentam, formando parte da cadeia alimentar da vida selvagem. Quanto menos interferirmos nestes elos menor será o desequilíbrio do meio ambiente.

Também significa produzir hortaliças sem aditivos químicos e por aí passa o adubo granulado. Usa-se composto feito de materiais descartados de cozinha e horta, produzindo o chamado adubo verde. Leia o texto Composto orgânico para relembrar como se faz. A adubação com composto orgânico aumenta a fertilidade do solo e sua capacidade de fornecer nutrientes para as plantas, além de propiciar mais resistência delas às doenças.

Como fazer uma horta orgânica em casa

Você tem um cantinho no quintal ou na varanda do apartamento que pega sol pelo menos algumas horas do dia? Então a boa notícia é que você pode cultivar seus alimentos de forma orgânica, na sua casa mesmo.

Se você tiver espaço para fazer um canteiro no jardim ou no quintal, ótimo! Se não tiver, não se desespere: dá para cultivar em vasos e jardineiras também!

Atenção para as dicas:

Para cultivar hortaliças em vasos ou jardineiras:

Passo 1: Encha um terço do vaso ou jardineira com pedriscos ou argila expandida para facilitar a drenagem. Lembre-se que os vasos devem ter furos para drenagem no fundo.
Passo 2: Coloque no vaso a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de húmus, enchendo quase até a borda do vaso.

Passo 3: Espalhe um pouco de areia.

Como plantar: Para mudas de temperos (salsa, cebolinha, manjerona), posicioná-las de maneira intercalada, em forma de triângulo. Para hortaliças é possível usar mudas também ou plantar a partir de sementes, neste caso, siga as instruções da embalagem. Quando usar mudas, lembre-se de fincar estacas para auxiliar o crescimento vertical, especialmente no caso dos tomates.

O composto orgânico deve ser feito com esterco curtido de animais (para evitar cheiro e insetos) e restos de vegetais (cascas de legumes e frutas, pequenos galhos, folhas ou grama cortada). Se não tiver como fazer o composto em casa, é possível adquirir pronto, em lojas de produtos agropecuários.

Para cultivar hortaliças em canteiros:

Passo 1: Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa.
Passo 2: Misturar composto orgânico na terra já bem revolvida e fofa.
Passo 3: Usar uma ferramenta chamada ancinho, para alisar os canteiros e dar forma arredondada.
Passo 4: Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno.
Passo 5: A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m.


Como plantar: Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro). Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão. No caso de sementes, misturá-las com areia e espalhar com a mão sobre os sulcos do canteiro da maneira mais uniforme possível. Regar em seguida e pelo menos uma vez ao dia. Se for uma região quente, deve-se regar duas vezes ao dia até as mudas emergirem.

Atenção: Deve-se usar sempre composto orgânico e húmus na aducação da horta. No caso de ataque de pragas, usar apenas receitas naturais para combatê-las (veja dicas de receitas em: Pragas: salve suas plantas!)

ordenha manual

Os equipamentos que serão utilizados na ordenha manual devem ser sanitizados com uma solução de cloro

Antes de iniciar a ordenha manual, é preciso que osprodutores de gado de leite tomem alguns cuidados de prevenção para garantir a qualidade do produto. Antes de mais nada, o local onde será feita a retirada do leite deve ser apropriado, sendo coberto, arejado e limpo.

Os equipamentos que serão utilizados na ordenha manual devem ser sanitizados com uma solução de cloro. Os baldes, os latões e os coadores devem ser devidamente higienizados com detergentes alcalinos clorados após o uso.

Materiais que têm ligação direta com o leite devem ser limpos com detergentes próprios. Nesse sentido, recomenda-se a utilização de detergentes alcalinos e uma vez por semana a utilização de detergentes ácidos.

Os ordenhadores devem passar por uma qualificação para que saibam de fato fazer uma ordenha higiênica. Nesse quesito, usar uniformes simples, ter unhas aparadas, não fumar durante o procedimento de retirada do leite e respeitar os horários da ordenha são procedimentos simples, mas que fazem muita diferença na qualidade do leite.

Um procedimento importante para o sucesso da ordenha, e consequente qualidade do leite, diz respeito ao ato de buscar os animais no pasto para a retirada do leite. Esse ato deve ser feito com tranquilidade, não se deve de forma alguma usar de brutalidade para com os animais, uma vez que o estresse pode interferir negativamente na ordenha.

Assim que os animais entrarem na sala de ordenha, deve ser feita a assepsia dos tetos. Caso estes estejam sujos, devem ser lavados. Nesse momento, deve ser feito também o teste da caneca de fundo escuro para observar a presença ou não de mamite. Caso seja identificada a infecção em alguma vaca, ela deve ser separada das demais para ser tratada.

Produtores que fazem o manejo das vacas com o bezerro ao pé, depois do teste da caneca, devem aproximar o bezerro da vaca para forjar. Em seguida, eles devem amarrar o bezerro na mão da vaca, fazer a desinfecção do teto e aguardar um período de 30 segundos para que o desinfetante utilizado na limpeza possa matar as possíveis bactérias do local. Em seguida, devem secar os tetos com papel toalha descartável.

Feito isso, inicia-se a ordenha com o balde semi-fechado. Essa semi-fechadura do balde é importante para evitar que pelos ou sujeiras caiam dentro do balde e contaminem o leite. Essa ordenha deve ser contínua, sem qualquer tipo de interrupção, a fim de se aproveitar ao máximo a ação da ocitocina, e deve durar em média 7 minutos.

Ao término da ordenha, os tetos das vacas devem ser desinfetados. Caso haja bezerro por perto, esse procedimento não precisa ser feito, pois o bezerro irá continuar mamando. É importante também que após a ordenha a vaca permaneça de pé por aproximadamente uma hora e meia para que o esfíncter feche. O leite deve ser coado e refrigerado o mais rápido possível.